O furacão é considerado como “a mais forte das tempestades” que ocorre na natureza. Segundo fontes da Internet, ele pode chegar a mais de 1.000 metros de diâmetro e ter ventos em velocidade mínima de 120 km/h, que podem facilmente ultrapassar os 300 km/h.
Esse fenômeno também é conhecido por vários outros nomes, tais como: tufão, ciclone (tropical), etc. A variação destes nomes depende da região onde eles acontecem, por exemplo: nas Américas, chama-se furacão, já na Ásia, é conhecido por tufão.
Por aqui, dizemos “taifu” (台風), que é o nome do fenômeno no idioma Japonês (日本語).
Com apenas 15 dias de diferença, o Japão enfrentou dois furacões: o “Tallas” e o “Roke”. Segundo a imprensa, o primeiro deixou mais de 100 vitimas e o segundo, por enquanto, 10 vitimas! Pelo que estou sabendo, as áreas mais afetadas foram aquelas mais próximas do mar, mas também, houveram regiões onde apenas o intenso volume de chuva conseguiu inundar diversos pontos.
Na cidade de Toyota, onde vivo, o dia mais intenso foi na quarta-feira (21/09). Por medida de precaução, muitas empresas liberaram os seus funcionários para ficar em casa e se abrigar da tempestade, mas algumas insistiram no dia normal de trabalho.
Durante a tempestade, me chamou a atenção o fato da energia elétrica do prédio não ter caído! Em Curitiba, na região onde morávamos, bastava uma chuva um pouco mais forte do que o normal para ficarmos sem luz em casa! Tão logo a tempestade passou, pude ver alguns raios de sol, antes do anoitecer, o que me rendeu esta bela foto da janela de casa:

2011, Final de tarde pós tufão "Roke", em Toyota.
No dia seguinte, durante o caminho que faço para chegar na escola, fiquei prestando atenção nos telhados das casas e pequenos prédios nos arredores, mas aparentemente, todos ficaram intactos após os fortes ventos e, por incrível que pareça, menos de 24 horas após a tempestade ter atingido a cidade, não haviam mais sinais de sua passagem! Nada de lixo espalhado pelas ruas, folhas pelo chão ou galhos de arvores pendurados em fios ou estatelados pelo chão.
Isso me faz recordar novamente de Curitiba, que mesmo com os Garis (aqueles trabalhadores encarregados da limpeza das áreas públicas da cidade), uma semana após qualquer chuva forte, ainda podíamos ver muitos galhos e folhas de arvores jogadas pelas ruas do bairro, sem contar na sujeira dos lixos que, espalhados pela tempestade, assim permaneciam por vários dias!
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