As 10 coisas que aprendi com a paternidade.

Olá!

A paternidade é uma experiência incrível. Eu sabia que um dia teria filhos, mas nunca havia pensado ou planejado quando isso aconteceria.

Hoje tenho duas filhas, duas pequenas criaturas que tem me ensinado muito, mesmo com tão pouca idade.

Ser pai não é fácil, ser mãe muito menos!

Certa vez alguém me disse que criar os filhos é “moleza”, a parte difícil é educá-los e prepará-los para o Mundo. Seja lá quem for que tenha me dito isso, tinha toda a razão.

Talvez o fato de sermos imigrantes em um país com uma cultura muito diferente da nossa, como brasileiros, potencialize tais experiências.

Aqui vão 10 das diversas coisas que aprendi com a paternidade:

1. Seja presente, não “esteja presente”

A diferença pode ser sútil na frase, mas é muito significativa na vida, especialmente na da criança.

Ser presente não significa estar no mesmo ambiente. Estar lá, mas não interagir, conversar ou não participar das brincadeiras que eles propõem é a mesma coisa que não estar. As crianças querem atenção, algumas vezes exclusiva.

Sempre que você da preferência para qualquer outra coisa, quando seus filhos pedem sua atenção (celulares, jogos, etc), você os estará ensinando a fazer o mesmo quando você precisar da atenção deles, e quando adultos, provavelmente eles também não saberão dar prioridade para o que, de fato é importante.

2. Ensine com exemplos

Com o amplo acesso à informação, hoje seus filhos tem muitos exemplos inadequados mundo a fora.

Se você tentar ensiná-los com o velho “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, eles vão apenas aprender a mostrar pra você o que você quer ver.

3. Tenha paciência

A criança passa por diversas fases, cada uma com suas peculiaridades e, claro, varia muito de criança para criança.

Mas uma coisa é fato (pelo menos notei isso nas minhas filhas, mesma muito diferentes em personalidade) o estresse gerado pela falta de paciência, potencializa as crises de desobediência e birras, criando um ciclo vicioso!

Seja paciente, seja presente (lembra do item 1, se não lembrar, volte e releia) e doe muito amor. Você notará a diferença instantaneamente.

4. Seus filhos realmente não se importam com o quanto você ganha. Eles querem é você por perto!

O que o seu filho/a, enquanto pequeno, realmente quer é tê-lo por perto, pra curtir contigo, eles não fazem ideia se você é rico ou pobre e quanto você ganha por mês.

O que realmente importa pra ele/a é a quantidade de tempo e a qualidade da atenção que você dispensa à ele/a. No final do dia, tudo o que importa e que irá fazê-los felizes é o amor que eles recebem.

5. Medo

Toda criança reage de maneira diferente frente às novas experiências. A minha mais velha é mais sensível e desconfiada ao enfrentar situações inusitadas. Já a mais nova é mais desbravadora e curte o “friozinho na barriga”.

Mas de uma maneira ou de outra, ambas se sentem super confortáveis e protegidas (especialmente) no colo da mãe.

Para elas, mesmo as coisas que parecem simples para você, podem ser um desafio incrível e uma enorme fonte de desconforto e medo.

Seja cauteloso e paciente (item 3). 😉

6. Escola (e adaptação)

Essa é uma experiência bem relevante para quem, como nós, mora fora do Brasil.

Chegou a hora de entrar na escola! Por onde começar: escolas brasileiras, internacionais ou japonesas?

Nós optamos por colocá-las em escolas japonesas e foram varias as razões que nos fizeram tomar essa decisão. Claro, isso é uma decisão muito particular de cada família.

A escola em si pode representar um desafio gigante para a criança, especialmente neste caso em que ela “enfrentará” um segundo idioma de forma intensa e sem a sua presença.

Mas não se engane, crianças aprendem rápido e se adaptam muito facilmente. Basta que elas se sintam confortáveis e protegidas, sintam que existe um “porto seguro” onde ancorar quando as marés estiverem turbulentas, que elas se sairão muito bem.

7. Alfabetização em múltiplos idiomas

Um dos dilemas de uma família de imigrantes, quando os filhos entram em idade escolar, é onde e como eles serão alfabetizados.

Se colocá-los em escolas internacionais, falando o idioma materno e aprendendo sobre o país em que não vivem, as crianças enfrentarão dificuldades com a inclusão na cultura local.

Se colocá-los em escolas locais, serão alfabetizados no idioma local, no nosso caso em Japonês, com forte influência da cultura e, com o passar do tempo, eles terão o desafio de manter também as tradições e costumes da pátria materna.

Não importa qual o caminho você siga, sempre haverá um desafio a ser superado na educação dos seus filhos, e em qualquer caso, tudo será novo e muito intenso na vida das crianças.

Se alfabetizados no idioma materno, diferente do que se fala na rua, elas sofrerão o impacto da adaptação. Se alfabetizados no idioma local, diferente do falado em casa, eles terão o desafio de também aprender o idioma materno para se comunicar em casa.

Neste exato momento, não sei se estou preparado para enfrentar os desafios das escolhas que fizemos. Mas seja como for, a chave é a presença (lembra do item 1?); a paciência (lembra do item 3?) e a comunicação aberta com seus pequenos.

8. Comunique-se

Sendo uma família de expatriados, imigrantes ou vivendo em seu próprio país, é preciso ensinar seus filhos, com exemplos (lembra do item 2?) e com orientações diretas que a comunicação é a chave para a boa convivência familiar e social.

Não importa o idioma que você escolha para isso, mas é importante que a comunicação entre você e seus filhos seja clara e aberta.

Já notamos como as nossas pequenas reagem muito melhor (são mais obedientes e prestam mais atenção no que falamos) quando dedicamos um tempo para explicar as coisas para elas.

A maior já está na fase de perguntar sobre tudo e é de uma inteligência ímpar para a sua idade, mas, embora pareça que ela entende (e até argumenta certas coisas), nem sempre ela realmente entende o que queremos dizer!

Então, com paciência (volte no item 3, se preciso), com tempo (lembra do primeiro item da lista?) você pode explicar o que quer que seja e ter a certeza de que seu filho entenderá o que precisa ser feito ou entendido.

9. Deixe-os abrir as asas …

Já dizia a minha mãe (e antes dela, a minha avó) “filhos devem ser criados para o mundo”.

Hoje em dia aquela frase faz ainda mais sentido pra mim, afinal eu mesmo “fugi para o mundo”, na condição de filho, quando vim morar no Japão!

Contudo, aquela frase não tem apenas o sentido literal! Entendo que “ser criado para o mundo” também significa que nós (pais) temos a obrigação de ensinar nossos filhos a serem pessoas boas em todos os sentidos. Prepará-los para serem independentes na vida.

Para isso, inevitavelmente eles vão precisar errar. E quando isso acontecer (e vai acontecer) é a hora de agir para ensiná-los.

Mantenha a calma e seja paciente (lembra do item 3?), dedique um tempo para explicar para o seu filho/a (aqui, falamos do item 1) o que aconteceu de errado e como ele/a poderá superar o problema!

Isso tem funcionado muito bem com as minhas pequenas e tenho certeza de que funcionará contigo também.

10. Seja feliz! Aproveite o agora.

O agora, ah o agora!

Depois que nos tornamos adultos, a vida parece se tornar tão complicada e cheia de obrigações, certo? Eu sei, acho que todos sentimos a mesma coisa, e o que é mais comum é ver as pessoas colocando a felicidade no que vai acontecer no futuro!

Quando se é criança tudo é tão mais simples!

Seja pela ingenuidade ou pela pouca maturidade das crianças, o fato é que elas sabem ser felizes aproveitando o “agora” sempre que possível!

Brincadeiras simples são divertidíssimas, mesmo quando com “brinquedos” extremamente rudimentares!

Outro dia, em um final de semana, chegamos em casa depois de um dia atarefado com coisas sem graça! As meninas pareciam um pouco entediadas, mesmo depois de várias horas na rua, então decidimos fazer uma brincadeira simples em casa!

Em folhas de papel, desenhei alguns peixes e pedimos que elas pintassem com tintas a base d’água. Depois de secos (apenas alguns minutos mais tarde) recortamos e colocamos clipes metálicos em cada um dos peixinhos!

Sabe aqueles imãs de geladeira? Com fita adesiva, barbante e um par de “hashis” (os tradicionais palitos japoneses para comer) montamos pequenas varas de pesca! Estendemos uma coberta no chão e voilá … tínhamos um lago cheio de peixinhos!

Não preciso dizer que elas ficaram mega felizes de passar um tempão brincando de pescaria junto conosco, né! 🙂

Elas não estavam felizes por brincarem de pescaria com peixinhos de papel em um lago de cobertor! O que realmente fez elas ficarem radiantes, foi passar um tempão brincando intensamente com a mãe e o pai.

Simples assim. 🙄😉

Até o próximo texto.

Arroz sem sal …

Antes de vir ao Japão pela primeira vez, estávamos acostumados a comer apenas o bom e velho arroz agulhinha, cozido e generosamente temperado com sal, cebola e por vezes, alho!

Aqui, tentamos manter essa tradição, mas como o arroz agulhinha não é facilmente encontrado em mercados, e quando encontramos, normalmente está com preços altos, passamos a comprar do arroz japonês.

No Japão, o costume é fazer o arroz em panela própria: a Takuhanki (炊飯器), também conhecida por aqui como “panela de gohan” (lê-se gorran, que significa arroz branco), que torna o processo muito mais simples, pois basta colocar o arroz com água na panela e liga-la para que magicamente tudo fique pronto em torno de uma hora! 🙂

São muitos os modelos e, também, os preços de panelas de arroz!

Nós levamos um bom tempo para nos acostumar com o hábito de comer o arroz como os japoneses (sem tempero, nem mesmo o sal). Inclusive, descobrimos que o uso de temperos na penela de arroz faz com que a vida útil do copo interno seja bem reduzido!

Hoje, já estamos mais do que habituados com o arroz branco e sem sal, e porque não dizer ainda que passamos a preferir comê-lo dessa forma! Mas claro que de vez em quando bate saudade de comer o arroz agulhinha, temperado a moda brasileira! 😉

E vocês, também comem arroz branco, ou preferem o agulhinha?

Cordialidade e pontualidade nipônica!

Você já foi ao supermercado, ou mesmo à um shopping, numa segunda-feira pela manhã, antes mesmo do estabelecimento abrir (claro que se você trabalha no mercado ou shopping, não conta! hahahah) ?

Pois é, assim como muitos dos que estão lendo este artigo, eu também nunca havia ido a qualquer supermercado pela manhã, especialmente, chegando ao estabelecimento antes mesmo dele abrir suas portas ao público! Mas … hoje foi o dia de fazer isso pela primeira vez! 🙂

Os estabelecimentos comerciais (em Toyota), de uma forma geral, abrem em torno das 10h. Talvez, isso aconteça em todo o Japão, mas ainda não tenho certeza! Então, se você morar, ou tiver morado, em outra cidade do Japão e quiser comentar sobre o assunto, será bem vindo!

Bom, vamos contextualizar a história …

Hoje, saímos bem cedo de casa, pois precisávamos resolver um assunto. Tudo resolvido, lembramos que precisávamos passar no mercado para comprar umas coisinhas, antes de retornar para casa. Mesmo ainda sendo antes das 10h, resolvemos seguir até o supermercado para esperar ele abrir.

Quando chegamos, ainda faltavam uns 5 minutos para abrir, mas, já haviam algumas pessoas (na maioria de idade) esperando na porta do mercado! Algumas formando uma pequena fila e outras, aguardando no conforto dos seus carros.

O que realmente nos chamou atenção foi a pontualidade e cordialidade na recepção dos primeiros clientes do dia!

Cerca de uns 2 minutos antes das 10h, duas funcionárias do mercado correram e se posicionaram diante das portas de vidro. Assim que os ponteiro de um grande relógio no alto da porta, marcou exatamente as 10h, as duas funcionárias abriram as portas sincronizadamente!

Tão logo as portas foram abertas, pudemos notar que vários dos funcionários do mercado e de pequenas lojas de dentro do supermercado, estavam posicionados em fila, de frente para a entrada, aguardando que os primeiros clientes passassem pela porta!

Assim que os primeiros da fila começaram a passar pela porta, pudemos escutar um enorme coro dos funcionários dizendo repetidamente: いらっしゃいません!おはようございます。(irasshai masen! ohayou gozaimasu.) Em Português seria algo como: “Sejam bem vindos! Bom dia.” Ah, claro, sem esquecer da tradicional reverência com a cabeça!

Na medida em que íamos entrando na loja, os funcionários continuavam repetindo para cada um dos que entravam e, só deixaram de fazer isso, quando todos os que estavam esperando para entrar, já estavam dentro da loja!

Bom, sempre soubemos da cordialidade e pontualidade nipônica, mas realmente isto nos chamou atenção!

Nunca fomos à um supermercado, no Brasil, antes de abrir, mas já fomos num shopping! Acho que não será surpresa pra ninguém, se eu disser que quando os seguranças do shopping abriram as portas, a recepção foi “daquele jeito” :), na verdade … sem recepção!

Já aconteceu isso contigo também?

Você acha que isso funcionaria, no Brasil? Comenta aí e compartilha 😉

Um abraço e até a próxima!

A dura vida daqueles que trabalham em 2 turnos!

Muitos dos brazukas que por aqui residem e, que trabalham nas inúmeras fabricas que atendem a industria de autopeças, estão trabalhando num calendário diferente do tradicional! Neste calendário especial, o “final de semana” é nas quintas e sextas-feira!

Além disso, em algumas fabricas, o funcionário esta sendo convocado para trabalhar em turnos alternados semanalmente, ou seja, uma semana trabalhando de dia e na próxima trabalhando de madrugada! Esta é uma estratégia adotada por algumas das fabricas para atender a todas as crescentes demandas de fábricas maiores ou das próprias montadoras dos veículos.

O grande problema para quem está trabalhando neste ritmo, não é o fato da mudança do final de semana. Isto até que tem o seu lado positivo. A encrenca é na jornada de dois ou mais turnos diferentes, com intervalos curtos! Isto faz com que a pessoa tenha que semanalmente se habituar com um “fuso horário” diferente, uma vez que precisa se reorganizar para (normalmente) virar 12 horas no seus horários de trabalho!

Por aqui, ainda existe uma prática conhecida por “mae” (まえ), que é o convite para que o funcionário entre 1 dia antes do seu período normal no trabalho, ou seja, se normalmente a semana começa na segunda, no “mae” ela começará no domingo! Esta é uma prática comum para períodos em que as demandas são muito altas.

Neste caso, aqueles que trabalham em 2 turnos e, ainda são convidados a entrar 1 dia antes, terminam praticamente sem final de semana, pois na virada dos turnos e atendendo ao chamado da empresa, não tem um dia inteiro para descanso!

Exemplificando …

Normalmente o funcionário trabalha de segunda a sábado. Na virada de turno do dia (hirukin) para a noite (yakin), ele para de trabalhar no sábado às 17h e volta apenas na segunda às 19h, quando inicia sua jornada no período noturno. Entrando no “maeyakin”, ou seja, 1 dia antes, ele deixa o trabalho às 17h de sábado e retorna às 19h no domingo!

Ah sim! Funcionário algum é obrigado a fazer horas extras ou atender ao “mae”. Mas, é claro também, que este comprometimento com a empresa sempre será “bem visto” pelos chefes e empregadores no momento das periódicas avaliações para manutenção contratual e/ou negociações para novas horas extras. Da mesma forma que no Brasil! 🙂

Até a próxima!

Ficamos frustrados … (!)

Nos 15 primeiros dias de volta ao Brasil, nós ficamos hospedados na casa de parentes em São Paulo. Logo nos primeiros dias,  fomos a um hipermercado próximo de onde estávamos para comprar um novo par de escovas de dentes.

O “passeio” pelo hipermercado não teve nada de especial, passamos por vários corredores, olhamos vários itens, mas acabamos saindo da loja apenas com o par de escovas que havíamos ido buscar!

A “grande surpresa” e a frustração veio mesmo na hora em que passamos pelo caixa para pagar o produto que havíamos pego. Não consigo me lembrar da marca das escovas, mas lembro bem que era uma promoção daquelas “leve 2 e pague 1” e, que o produto estava anunciado na prateleira por R$5,99!

Ao passar pelo caixa, a operadora registrou o produto e em seguida perguntou se haveria outro produto a ser adicionado. Sinalizei que era apenas aquilo e ela  respondeu: “R$5,99 senhor”.

Até aí, sem problemas. Tirei 3 notas de R$2,00 da carteira e entreguei à operadora. Ela, naturalmente, pegou as notas e as colocou na gaveta do caixa, fechou a gaveta, confirmou o pagamento no sistema e cruzou os braços olhando para nós, que estávamos ainda parados em frente ao caixa!

Alguns longos segundos se passaram enquanto a Ari e eu olhávamos perplexos para a operadora de caixa, até que perguntamos:

– E o nosso troco?

– Ah, é difícil né senhor! – respondeu a operadora

– Como assim, é difícil?! – perguntei perplexo – eu gostaria do meu troco, falei para a operadora.

– É difícil ter este troco senhor! Se o senhor quiser, pode pedir no “Atendimento ao Cliente” – respondeu ela!

Muito indignados e frustrados com a situação, agradecemos  a operadora e saímos.  Agora, tenho que confessar que o mais frustrante de tudo foi o que a minha mãe nos falou ao comentarmos do caso … “ai meu filho é até uma vergonha pedir o troco de 1 centavo”, disse ela!

Vergonha (?!) … acho que vergonhoso mesmo é uma loja comercial, seja ela qual for, não ter o troco correto para das aos seus clientes, mesmo que seja apenas um mísero R$0,01, afinal, dinheiro é dinheiro! :/

Bom, tudo bem! Você que está lendo pode até concordar com o que minha mãe nos disse, mas agora, vou explicar o porque de nossa frustração …

Antes de morarmos no Japão, pensávamos desta mesma maneira. Nunca fomos do tipo que se preocupava com o arredondamento feito pelo comércio em geral, no Brasil, especialmente pois este arredondamento de valores faz parte do “jeitinho brasileiro” para facilitar troco, etc … até aí, tudo bem!

Mas, durante o tempo em que moramos no Japão, aprendemos que o dinheiro, por menor que seja a sua quantidade (R$0,01 por exemplo) não deixa de ser dinheiro e, é claro, tem o seu valor!

A moeda do Japão não usa fração de centavos, como no Real. Contudo, com 1 yene, você não consegue comprar nada, assim como com 1 centavo, no Brasil! Porém, se algum produto custar 17 yenes (por exemplo) e você tiver apenas 15 yenes, você não poderá levar! Da mesma forma que se você chegar com 18 yenes, certamente receberá o troco de 1 yene!

Dessa forma, com o tempo, aprendemos a dar valor para cada 1 yene/ centavo que nos é devido ou que temos que pagar e, acabamos esquecendo do “jeitinho brasileiro” de arredondar valores para facilitar troco, etc … mas principalmente, esquecemos da “cara de pau” das operadoras de caixa (claro que existem aqueles que não fazem desta forma) que simplesmente, sem qualquer cerimônia, “esquecem” de ao menos fazer aquela tão famosa e já manjada perguntinha … “Senhor, posso ficar te devendo … ?”

Pelo menos quando havia a “perguntinha”, nós consumidores acabavamos nos sentindo respeitados, já que ao menos o comerciante se mostrava “interessado” em nossa opinião! Agora, sem a perguntinha, o sentimento é de puro descaso e desrespeito, já que trata-se do dinheiro alheio!

Enfim … 🙂

Em breve novos posts!